Ansiedade.

De onde vem,

Não sei bem

Resta investigar

com mais vagar

Mas, vem forte

Como um vento insistindo

Em fechar as páginas do jornal

Que insisto ler

Nas entrelinhas

É a ansiedade fazendo festa na minha cabeça

Como se fosse farra na casa do vizinho

Incomodando a paz no meu lar

Mudo o pensamento urgente

Para dessa intrusa me libertar.

Evelyne Furtado
Enviado por Evelyne Furtado em 21/04/2008
Código do texto: T955906
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