PALAVRAS DA NOITE

Todo dia quando a noite me emprenha,

Ouço vozes murmuradas

Bradarem-me por socorro dentro da cabeça estupefata:

Em verdade, são sonhos de uma humanidade

Linear, congraçável, sábia, senhora da equânime magnanimidade,

Que se dirimem ao dinâmico perpasso das marmóreas cidades.

Aí, o que tão-somente remanesce

É o amargo sabor da ferina frustração sádica

Qual ostenta um voraz sorriso de limalha.

Enfim sobra apenas o sol da liberdade

Esvaindo-se em Hipernova: Fantasmagórica Paisagem!

JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA

JESSÉ BARBOSA
Enviado por JESSÉ BARBOSA em 01/04/2009
Reeditado em 03/06/2010
Código do texto: T1516728
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