VOZES

Por vezes tudo perde o sentido

A luz da vida desmaia, tonteia

Desaba por entre cacos de vidro

Por onde ando, há muitas pedras

As ilusões dissipam-se no ar

São claros os sinais de perigo

Às vezes inquiro-me pra onde ir? Porque?

Se sei que as estradas abertas

Nenhuma me leva a você...!

Contudo solto meu grito de vida

Como raios faiscantes

Vozes cortando o céu cinzento

Assim vou vivendo, até a morte

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Quando achar, paciencia......emudeço!

Celio Govedice
Enviado por Celio Govedice em 14/10/2010
Reeditado em 10/09/2015
Código do texto: T2555422
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