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Lei Maria da Penha

O cravo brigou com a rosa
Debaixo de uma sacada
O cravo(homem)saiu ferido
Mas a rosa(mulher)despedaçada (uma flor despedaçada é morta)


O cravo ficou doente
A rosa foi visitar
O cravo teve um desmaio
E a rosa pois-se a chorar



Rosa ser mulher
Rosa flor
Mulher que desabrocha em atos de amar
Mulher que como as rosas tem espinhos
Espinhos a defende-las numa só lei
Mulher apanhar???
Como quem???
Nem se for com uma flor!!!
Lei Maria da Penha nos "cravos"que tem por costume bater nas rosas!!!


Poetas


A sentir e entender
Quanto em tudo há poesias
As vezes só alegria
Outras melancolia e dor
Poesias sempre
Por nós poetas expressadas
Violência temos que tentar banir do nosso rol de inspirações
Leis que protegem Marias
São flores que exalam o doce aroma dum melhor viver
Lançar aos corações certezas dum num mundo melhor vir existir




                             Palavras

São sementes
Lançadas em amor
Ou jogadas
Toda semente precisa dum tempo para florescer
De repente diante duma discussão
E um pouco de álcool
Lá se vai a consciência
Que regia um não devo bater em mulher
E um voz grita
O cravo brigou com a rosa...
E vai mais e mais aumentando o volume
E os ânimos também
Até que as palavras florescem em atitudes de muita dor...

José o Nicanor e ???desconhecido
Enviado por José o Nicanor em 01/08/2014
Reeditado em 01/08/2014
Código do texto: T4905570
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
José o Nicanor
São Gonçalo - Rio de Janeiro - Brasil, 55 anos
657 textos (59775 leituras)
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José o Nicanor