* Espanhola *

"...Não me apego a maneiras e modos subsistentes.

Que o limite me seja o infinito mágico que liga o arco iris à terra.

Preciso do elo de ligação,

Do elo de aço,

Do elo de laços...

Duelos!

Infante seja o meu cérebro que brinca com a luz da lamparina.

Menina!

Fêmea...

Crescida no corpo,

Gigantesca n'alma.

O voo da Fênix que paira sobre os céus de fevereiro,

Jogou sobre a terra sua semente...

Ao dia 07...

Em poesia me fiz........( Ser ).

De aquário com ascendência em estrelas,

Me faço no brilho maior.

Crente !

Não duvido de nada que venha banhado de amor.

De pétalas, morro e renasço flor.

Aos quatro cantos do mundo,

Depositei em sonhos bravos guerreiros,

Que me guardem!

Que me velem.

Que me aguardem...

Que me sejam a proteção vinda dos céus.

( Ó Céus! Eu ainda hei de desbravar cada canto de um mundo perdido ).

Lá onde me encontrarei,

Súbita e amortecida no tempo que reveste de renda meus olhos.

E cala minha boca com palavras adocicadas em segredos.

E de segredos habito na magia que me impede ser razão.

Sou mulher de emoção gritante,

Agridoce,

Sou pulsante!

E pulso em veias que guardam o mais puro sangue.

Que na cor vermelha,

Se faz o batom que minha boca adorna.

Nos ares vindos da Espanha,

No brado do Olé,

A descendência gitana,

Que baila ao redor do fogo,

E faz de teu carvão, teu próprio sustento.

E se acaso não for de contento.

Pois sendo eu, chama.

Que nunca acendam a minha fogueira..."

Agridoce P
Enviado por Agridoce P em 17/06/2016
Reeditado em 17/06/2016
Código do texto: T5670314
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