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O PESO DOS ANOS


Nem sempre o que falo
é o que quero dizer
Nem sempre o que faço
é o que devo fazer
Sobram farpas nas entrelinhas
e as cicatrizes abertas
Não se fecham...não se fecham
minhas atitudes nem sempre são corretas
Concretas

Viver é se atirar num poço
e o futuro esta no escuro
por maior que seja o esforço
no fundo nem sempre o ar é puro

Eu ando perdendo a hora
perdendo o prumo
Deve ser o peso dos anos
ou um leve engano
Sobram fotografias para lembrar
O que o espelho não pode enganar
Como eu queria poder saber o que fazer
para poder voltar
para poder voltar (Sergio Cortes, fev/14)
Sergio Cortes
Enviado por Sergio Cortes em 22/02/2014
Código do texto: T4701542
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Sergio Cortes
Uberaba - Minas Gerais - Brasil, 55 anos
108 textos (4674 leituras)
5 áudios (157 audições)
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Sergio Cortes