"NUA"

Icônica nudez!

“Despida” de vozes incertas, surdez!

E por mais de uma vez,

Alma “nua”,

Que não se vestiu de “freguês”.

Lúcida e persona consciente

De uma treinada mente

Que não permite sucumbir,

Fazendo jus a um perfeito evoluir.

“Seios” desnudos que “amamentam” o bem

Prudência e cadência que coíbem

O “naufrágio” da alma

E acalma

O seu próprio eu.

Essencialmente nua!

Crua de maldade,

Da vaidade da “rua”.

E límpida como a lua

Brilha sem “capa”

E assim decapa

Todo o mal.

Ênio Azevedo

Luciênio Lindoso
Enviado por Luciênio Lindoso em 13/05/2020
Código do texto: T6945992
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