DESPERCEBENDO A SOLIDÃO

Ando um tanto descrente do amor.
Um tanto?
Não dá para minimizar: bastante!
Saio do meu habitual corredor
em busca de um novo horizonte.
Troco a roupa, o ar que respiro,
cidade nova para um coração antigo.
Diversifico atividades, passeio no calçadão:
em meio a tanta gente, despercebo a solidão!
Mais uma casa montada,
meus sonhos mudaram de estrada,
a poesia é o que levo nas mãos!
 
Rogoldoni
20 05 2011


Rosângela de Souza Goldoni
Enviado por Rosângela de Souza Goldoni em 20/05/2011
Reeditado em 15/09/2012
Código do texto: T2981269
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