QUEM SABE A RESPOSTA?

Artimanhas e manhas

das suaves manhãs

postas em delicados

pratos de saudade

trincada na pele

trigueira das romãs.

O amanhã, tal qual

as romãs, está de vez.

Nos olhos do dia,

uma promessa,

um talvez...

Mas, quem sabe

a resposta?

Escuto o vento.

Em sua voz, um lamento.

José de Castro
Enviado por José de Castro em 11/02/2011
Código do texto: T2786490
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