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Homem Poeta

Às vezes o homem em mim
Fragmenta-se
Como é pouco comum a um homem
E em especial a esse homem comum.

Outras vezes o homem em mim
Se faz rio
Renovando-se
Como a serpente trocando a pele
Como a semente rompendo o claustro.

No entanto,
Fazemos parte de um mesmo ser
De uma mesma historia
Minha carne é de sangue e de nácar
Minha alma é de luz e de prata.
Meu coração é de amor e de rima
E a minha poesia é de menino e de menina...
ULISSES de ABREU
Enviado por ULISSES de ABREU em 13/03/2006
Reeditado em 10/10/2007
Código do texto: T122806


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Sobre o autor
ULISSES de ABREU
Viçosa - Minas Gerais - Brasil
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