ANGÚSTIA

Enquanto a morte não me chama

Sigo evaporando da paixão insana

A angústia,tormento de origem humana

Que aflinge o coração de quem ama

Neste abrigo,o pranto espuma

Passa como água pela retina

Aumentando a dor que domina

A solidão,no íntimo da minh'alma.

Foi-se anoitecendo a vida

Onde meu corpo e minh'alma,sente

Que de amar ando perdida.

Se n'alma,existe a vida

Em meu corpo,domina a morte

Sou alma penada,uma morta em vida

Alzira Paiva Tavares

Olinda,27/11/08

arizla
Enviado por arizla em 29/11/2008
Reeditado em 29/11/2008
Código do texto: T1309445
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