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Do Abstrato

Hoje falo do imaginário, pois o real me cala, oprime e confunde. O real me nega!
Hoje sou a abstração da verdade, e nada machuca, fere, sangra.
Lá, no irreal, sou irreprimida.
Não há conceitos, regras, planos ou retas traçadas a seguir.
É curvilíneo e, portanto, surpreendentemente imprevisível.
Lá, sou a cor que me pinto, a forma que me faço.
Sou dez, cem, mil... Aquela, a outra e aquilo.
Sou tudo o que me quero, o que me construo.
Cecília Afonso
Enviado por Cecília Afonso em 21/06/2009
Código do texto: T1660704

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Sobre a autora
Cecília Afonso
Duque de Caxias - Rio de Janeiro - Brasil, 29 anos
14 textos (389 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 29/09/20 13:40)
Cecília Afonso