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Compassos

Lá fora a chuva cai
como em qualquer poema
A cada passada que ouço
Meu coração num mal-me-quer
Cortina inerte, janela fechada
Incenso perfumando meu coração aberto
Meia luz, propositalmente deixada
Meu radar a te sentir bem perto
Quando? é esse do peito o aperto
E elas vem novamente
A se misturar
Passam sem se anunciar, descompassadas...
O tempo cria outro sentido
Eternos minutos
Na tv, nem uma flor a me testemunhar
Nada me diverte
Relaxo em minha cama
Começando a curtir a angústia
Da fechadura inerte.
Ricardo Villa Verde
Enviado por Ricardo Villa Verde em 22/06/2009
Reeditado em 22/01/2010
Código do texto: T1661607

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Sobre o autor
Ricardo Villa Verde
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 45 anos
127 textos (5191 leituras)
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Ricardo Villa Verde