Creio, Senhor!

Como não crer!

Diante de tanto lirismo

Plasmado com tanta beleza

O mistério dos abismos

Os mistérios do universo

O teu poder infinito

Pelo fulgor do por do sol

Na barra do horizonte

Matizando o poente

Com réstias de mansa luz

Creio

Pelos pássaros abraçando os ares

Em sábias revoadas

Pelo encanto do arco-íris

Riscando o céu em linhas paralelas

Pelas boanas de borboletas

Respingando cores

Na tarde que adormece

Creio

No poder que deste a mente humana

De idealizar e criar suas obras

Pelo mundo indecifrável

que plasmaste em nosso consciente

sem conhecermos o limite

de nossos pensamentos

Creio

Na grandeza do teu ser

pela cruz simbolizando fé

pela fé simbolizando amor

pelo amor simbolizando Deus

e por Deus que me deu

esta vontade imensa de viver

Olga Silveira
Enviado por Olga Silveira em 05/09/2009
Código do texto: T1794489