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Malinculia

Angélica T. Almstadter
 
Essi apertu duídu nu peitu
Qui mi faiz fiká cos zóio moiado
Ca boka seca e as palavra pirdida
É uma malinculia, uma guniação
Sem jeitu. Qui dá calafriu
I dirruba quarqué sujeito
Dexá u corpu froxo e mariadu
As idéia trapaiada e aturdida
Tem jeitu não
Quandu essa malinculia
Rói as berada du dia
As mão se achega na viola
I pranteia tanta mágua
Tanta dor inrustida
Qui inté a lua chora de agunia
As zora desguvernada si imbola
Queimanu tar como frágua
Se botu us pensamentu
Nu zamor que ficaru mar resorvidu
As perna trimilika e bambeia
Nem cheru nu kangote
Di otro bem faiz laçiá u risu
A malinculia si abanca desse freguêis
I num tem viola num tem xote
Pra disfarçá esse lamentu
P´ressa malinculia é pricisu
Chamegu pur dimais
Daqueli amor otra veiz
É dor certera essa danada
Qui faiz definhá em ais...
Si num achá os braçu degonsu
Du véiu amor gostosu
Angélica Teresa Faiz Almstadter
Enviado por Angélica Teresa Faiz Almstadter em 24/05/2005
Código do texto: T19423
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Angélica Teresa Faiz Almstadter
Campinas - São Paulo - Brasil, 66 anos
1119 textos (65497 leituras)
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1 e-livros (254 leituras)
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Angélica Teresa  Faiz Almstadter