A VIDA SEM PAIXÃO

A VIDA SEM PAIXÃO

A vida de outrora, foi igual,

a de hoje.

Mal dominada pelas mesmas dores.

seje, dominadas pêlos sofrimentos.

Ardores, sacudidos pelas mesmas paixões.

Tormentos, e até terrores.

Conexões que se movem, e afinamentos.

Não importa!

Os seres conscientes sentem saudade,

saudade do que passou, e o que ha de vir.

Sentir, saudade do que ha de conhecer.Isto.

Visto que que o que conhecem, desinteressou.

A força de ser visto.

Precisam que a luta seja mais leve,

na esp'rança de vida sem agonia.

Tremia, e freme, pela atmosfera que envenena.

Queima, a alma, a tragedia que se procria.

Amor. Paixão. O máximo que querem, assente,

fervente. Sem perdão, caridade,

cidade, onde tão rapidamente se vive,

e tão inesperadamente se morre.

DON ANTÔNIO MARAGNO LACERDA

Prêmio UNESCO/poemas

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DON ANTONIO MARAGNO LACERDA
Enviado por DON ANTONIO MARAGNO LACERDA em 13/06/2005
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