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Paradoxovendoguarda-chuva

Um paradoxo do cotidiano
Escrevo a minha mais bela poesia,
E, parado percebo, está chovendo, quão feia é esta vida!
 
Um paradoxo do destino
Sou feliz na utilização das palavras. Sou profundo.
E meus olhos marejados mostram, que tristeza com o mundo!
 
Um paradoxo da vida
O sol brilha esplendoroso, quando escrevo,
E nublado fica o céu, tempestade, ao fim do poema chego!
 
Um paradoxo do amor
Vendo guardas-chuva, lindos, resistentes e arrojados,
E vendo a chuva cair, sem abrigo, estou todo ensopado!
João Valio
Enviado por João Valio em 17/10/2006
Código do texto: T266238
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Sobre o autor
João Valio
Sorocaba - São Paulo - Brasil, 32 anos
73 textos (5564 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/12/17 11:44)
João Valio