AMOR INGÊNUO
 
Eu me sento frente às lentes,
Recebo o calor das cores,
Imagens, surpreendentes,
Formas de puros amores.
 
Nebulosas comoventes,
Das que jamais foram vistas,
Derramam-se, complacentes,
Entusiasmando aos artistas.
 
A beleza já ali estava,
Nas formas em forma de dados,
Que a visão não imaginava...
 
Ciência é da vida o cuidado,
A história à matéria grava;
Pobre ser humano, alienado.




 
José Carlos De Gonzalez
Enviado por José Carlos De Gonzalez em 13/01/2011
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