Da Alegria


Que eu não me torne como a pedra, dura e sem viço
Estática, sem nenhuma alegria.
Que não se apossem de mim, limos
Cinzentos, qual céu de chuva
Quando o frio furta o calor do dia.

Que eu não cale minha voz, qual escuridão
Que ao dia de sol, sem alegria, abateu
Que não se fechem meus olhos
Numa solidão a dois, que num momento é luz
E noutro, rapidamente, se torna em breu.

Que não se passem os ritos de poesia
Mágico dom, que o céu me concedeu
E que não se/me esmaguem as rimas
A magia que ´inda me faz menina
Mesmo quando o tempo embrutecido
Ao meu então sonho, já envelheceu.



***imagens google***



AndreaCristina Lopes
Enviado por AndreaCristina Lopes em 01/05/2011
Reeditado em 01/05/2011
Código do texto: T2943336
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