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Transpiração poética

Curvo-me aos poetas.
Silenciam e gritam
qualquer instante,
vivem e morrem
em cada madrugada,
surpreendem a cada palavra:
em um verso são náufragos,
em outro os salvadores,
amam e odeiam
no encontro com o poema desfeito
refeito, encontram defeito;
mas agasalham-no
e findam...
A noite suspira em suas mãos
a poesia transpirou
os poetas voaram.
Pupila
Enviado por Pupila em 02/07/2005
Reeditado em 02/07/2005
Código do texto: T30326
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre a autora
Pupila
São Paulo - São Paulo - Brasil
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Pupila