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DAS FONTES

Há mais poesias naquelas encostas
Onde o Sol queimou-me o rosto, as costas,
Os meus braços de menino...
Onde os meus pés correram orvalhados de manhãs
E chuvas,
Deliciosas tardes com chuva...
Onde os meus olhos viram o âmbar d’ouro do Sol
No céu das tardes
E na minha alma eu vi abertas as portas dimensionais

Encostas,
Costas dos meus oráculos,
Ecos.

Teus ecos que sempre me respondiam,
Mesmo com a voz de um menino,
Com a poderosa voz cósmica,
Saudando o retorno da tua cria
A brincar sobre a Terra,
Minha mãe, meu Pai,
A tua energia
Amamentando-me,
Eu,
Filho de Ninguém.

Chico Steffanello
Enviado por Chico Steffanello em 18/01/2007
Reeditado em 22/11/2007
Código do texto: T350712

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Sobre o autor
Chico Steffanello
Sinop - Mato Grosso - Brasil, 61 anos
240 textos (28746 leituras)
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Chico Steffanello