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ZERO FOME

NAQUELE CASEBRE, SEU MOÇO,
NO FOGÃO A PANELA, JAZIA
É HORA DO ALMOÇO,
COMO A BARRIGA, ELA TAMBÉM VAZIA!

 A MÃE ATÔNITA, AFLITA,
O PAI EM PLENO TORPOR,
O FILHO, NUM CANTO, GRITA,
É A FOME BATENDO SUA DOR.

 AO LONGE, PODIA-SE OUVIR
FOME ZERO! ERAM OS DITOS,
MAS ALI MOÇO, O VENTO NÃO PODE IR
E O ZERO, RESTOU SÓ NOS ESCRITOS!


direitos autorais registrados
Fundação Biblioteca Nacional
Rio de Janeiro/Brasil
ANDRADE JORGE
Enviado por ANDRADE JORGE em 19/07/2005
Reeditado em 11/12/2013
Código do texto: T35800
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
ANDRADE JORGE
Jundiaí - São Paulo - Brasil
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