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Maldito Relativismo

Quando via atores no cinema
Jogarem fora aparentemente
Alimento que não era alimento
Tudo não passava de uma cena
Eu ficava pensando displicentemente
Não acreditando ser assim no momento

Mas quando vi a cena real
Embora fosse visto em telinha
Senti-me como no cinema igual
Quase não segurei a ânsia minha

E nesse dia quase não almocei
Fiquei o tempo todo pensando
E cheguei à infeliz conclusão
Todos loucos estamos ficando

Aquela cena aquela barbárie
Meu Deus era como se fosse um porco
Os membros da Alqaeda com crueldade
Cortava daquele homem o pescoço todo

Quase não acreditei e indaguei
Maldito relativismo que vivemos
Que aquela faca que eu observei
Corte todos os pecados que temos
Luiz Carlos Farias
Enviado por Luiz Carlos Farias em 09/02/2007
Reeditado em 10/02/2007
Código do texto: T374764
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Luiz Carlos Farias
São Paulo - São Paulo - Brasil, 54 anos
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Luiz Carlos Farias