TEREMOS PARA NÓS A ETERNIDADE.

Teremos para nós a eternidade

Dans le bleu de toute l'immensité

No azul de toda imensidão

Edith Piaf.

Parece que foi ainda ontem.

Que comecei a escrever à turba.

Surda. Tem sido o tempo passado.

Não é isto o que eu queria.

Seria.Este desempenho apressado.

O passatempo de leitores na noite fria?

Mas minha ambição não conhece limites.

Tenho uma leitora,que gosta do meu versar.

Que incrível façanha é esta?

Pôr ela vou ao fundo do mar

Se ela continuar a me amar.Bonsoir.

Pôr ela derreterei o polo.

Se ela, me der alento e ousadia.

Pôr ela subirei ao sol, e não perderei cordel.

Será sempre o meu lume do dia.Bonjour.Don.

Pôr ela serei um Nautilus, navio de papel.

Zombarei dos tufões, e da calmaria.Pardon.

Aprenderei a digitar se ela quiser.

Porque ela será sempre a luz da minha noite.

Meus poemas, em ruas de Montpellier.

Sempre lhe darei frases d'amor. Encanto.

Espanto.Será transformada em alvorada.

Porque ouso ama-la neste aparelho colis.

Onde a Terra é mera pousada.

Onde nosso amor vem da eternidade. Paradis.

DON ANTÔNIO MARAGNO LACERDA

Prêmio UNESCO/poemas/jornal.

www.jornaldosmunicipios.go.to

jornaldosmunicipios@ig.com.br

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DON ANTONIO MARAGNO LACERDA
Enviado por DON ANTONIO MARAGNO LACERDA em 29/07/2005
Código do texto: T38570