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Sementes Pôdres

A semente mal plantada
É a peste que hoje somos
A triste realidade abortada
Que destrói e mata nossos sonhos

Meu funeral é estar vivo
E tudo isso por pensar
Meu erro, penso logo existo!
Ainda temos que respirar

O incessante cáos de viver
Me faz ser um protágonista
Na decadente lápide do saber
Um hipócrita humano bairrista

O sono já não adianta
O descanso já não faz sonhar
A mente não mais descansa
O coletivismo é meu escravisar

Sustentando a luxuria podrê
De um humano que nôs castra
Aproveitando da ignôrancia pobre

Essa nata que é a desgraça
Parasitas sugando quanto podem
A velha carcaça de um homem

Um pobre homem sem alma
Que infesta o mundo como praga
Com sua inútil e podre raça.
Adam Lioncourt
Enviado por Adam Lioncourt em 26/02/2007
Código do texto: T394230

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Sobre o autor
Adam Lioncourt
Porto Ferreira - São Paulo - Brasil, 35 anos
20 textos (529 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 30/09/20 00:42)
Adam Lioncourt