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Continuísmo



Quero rasgar a túnica que cobre minha timidez
Joga-la ao vento
Envolver-me com a  brisa para receber o  novo
Que brota em pleno temporal.

Quero arrancar as amarras que prendem minha lucidez
Joga-las ao fogo
E ver na fumaça branda meus preconceitos caducos
Que sem graças  crescem e não pedem permissão a nada.

Quero colocar cartas  e ver o futuro
Joga-lo a  mesa
E  poder  transformar o amanhecer
Que insiste sempre na mesmice idiota do continuísmo..
Perpétua Amorim
Enviado por Perpétua Amorim em 28/02/2007
Código do texto: T396134

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Sobre a autora
Perpétua Amorim
Franca - São Paulo - Brasil
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Perpétua Amorim