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Sou a desconfiança



Desconfio do que não me dá o direito
Maldo da mais pura inocência
De tal maneira é o meu desfecho
A buscar a mentira na verdade
Que espremo, toço em argumentos
E encontro a maldade

Sou a desconfiança
Viro tudo ao avesso
Levo loucura e desesperança
Buscando o erro a qualquer preço

Esse é meu oficio
Abominar a cegueira da perfeição
Atentar a olhares e gestos
Palavras em contradição
Levo a todos o desafeto
A vida em solidão

Marcos Rosa   05/01/07
Marcos Rosa
Enviado por Marcos Rosa em 10/03/2007
Código do texto: T408167

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Sobre o autor
Marcos Rosa
Aracaju - Sergipe - Brasil, 39 anos
111 textos (3387 leituras)
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Marcos Rosa