QUASE RIMAS

ODILON

Não gosto de flores colhidas

Não gosto de pássaros presos

Não gosto de textos sofridos

Não gosto de velas acesas

Apraz-me o fluir da vida

Apraz-me o sabor da liberdade

Apraz-me o amor correspondido

Apraz-me o perdão consolidado

Não se desarranja um jardim

Não se impõe pena sem sentença

Não se torna o sofrimento sem fim

Não se tem do cordeiro descrença

ODILON BARBOSA
Enviado por ODILON BARBOSA em 11/10/2013
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