De todo o amor...

Sóbria ou não.

Meu grito é sempre o mesmo.

Meu canto não varia.

Minha dor é uma só.

Sóbria ou não.

Meu estado é de quem acalenta.

Meu sopro apenas sufoca.

A dor que outrora me nutria.

Mas não calo-me.

E meus tristes versos não partem.

Meus tristes solos são sós.

Meus tristes medos caminham.

Mas não fatigo-me.

De tudo que resta... restou!

De tudo que quero... perdeu!

Se não fosse de todo o amor!

Tatiana Marques (Tath)
Enviado por Tatiana Marques (Tath) em 01/12/2013
Código do texto: T4593748
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