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Enquanto houver navio

(desafio)

Não me embaralhe horizonte
pois nele está sede e fonte
um pouco de balangandãs
onde chuviscam manhãs
pós punições do crepúsculo

Não me encurte a certeza
que tendo preencher o vazio
e curto de fio a pavio
esse acomodar-se à dúvida
numa lógica sem fundo

De piscar limpo a névoa
faço horizonte translúcido
arremeto ao lado de lá
ao romper minhas fragatas
e o que de outro oriundo.
Nada me mata ou arremata
enquanto houver navio
eu afundo

Para Rosa Pena,
Elane Tomich
Enviado por Elane Tomich em 04/12/2013
Reeditado em 26/12/2013
Código do texto: T4598608
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Elane Tomich
Teófilo Otoni - Minas Gerais - Brasil
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