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A garrafa do medo / O comprimido do tédio


Translúcida, opaca, transparente...
Pouco importa, quanto se está "doente"
Conteúdo amarelo OURO, "ourina" a verdadeira urina--
mata - fede - defeca e extermina a vontade de ser...
Quanto uma "puta" de uma mulher menina, crê em saber o que fazer,
lá dentro de um submarino mandando torpedo e ameaçando matar e "fuder"
com quem nada tem a ver sentindo-se a tal no poder, pobre anjo/podre capeta!!!!
Fez o que não pode com suas más intencionada atravidas no controle remoto "celular"...
Em mim, fétidas palavras, vomitadas em licor de chocolate qual comia e bebia em wisquey!
na mistura marrom inerte espalhante ao solo mal visto
em olhos dissecados de um semi-morto das palavras sem vida!
carreguem-me, entre braços e abraços para fora des te mundo, lancem-me feito indijente,
um Mozarth da atualidade enrrolado em trapos à beira rio, isso passava em minha podre cabeça.
O escangalho desta carne destruída em ruínas das calúnias e feridas sofridas
numa noite de angústias e mais três de tormentas...
Noites de cacos, televisores estourados, computadores desmiuçados
à ferro em fera na barra da garra do mostro dominado não desapareciam em minha face triste
perambulante em procura de um fada simples e mágica num mundo irreal!
furem-me as veias, mostrem-me o meu sangue, rasgem-me tecidos e músculos,
este barrento do solo brasileiro do qual muito rastejei,
o pouco que vi sumiu e reapareci entre os "renascidos do inferno"...
Caras esborrachadas, sangue vertente, correntes com ganchos no teto..
Gritos, vai "doerrr", segure, um verme penetra em minha narina, ocupando meu nariz, garganta e esôfago!!
Tento engolir a saliva com fraqueza e sinto-a forte e agressiva dentro da minha traquéia desfalecida!
A flatulência força-me o esfíncter, sem mais força libero-o e entre gases, sinto algo mais...
Um líquido escorre e minhas fracas e mais tristes e envergonhadas ficam!
Um morto-vivo, defecado, fedido com suas impotentes entranhas poéticas expostas sobre ânus, nádegas, cuecas e cochas! Partes íntimas lágrimas escondidas!
Um ser ridículos me senti nesta hora, antes ter recebido a morte que a vergonha de si mesmo cagado sobre a cama de um leito do SUS com características de hospital da Crux Vermelha no Haiti em tempo de MINUSTAH. - Serei eu apenas um ênos? Um passável? Ou alguém a mais par borra-se e contar a uma terapeuta?
Um maldito predestinado, destinado ou destilado!
Sou nada, escrevo e que sinto
fotografo o que toca-me e morro quando matam-me!
Agora, estou morto, sinto-me morto, aguardo a minha ressurreição psicológica!
Minha vida recomeçar do nada! Paguei!? Estou no escuro!...
Que as palavras sejão sim sim e não não...

*poesia gótica
Ludiro
Enviado por Ludiro em 24/06/2007
Código do texto: T538670

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Sobre o autor
Ludiro
São Vicente - São Paulo - Brasil, 42 anos
84 textos (2470 leituras)
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