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Desde o achamento...

Alguém pirou na maionese,
Pintou um quadro quase lusitano,
Franco-holandeses também pintaram,
Muito antes piratas & bucaneiros fenícios
Sobraram por todas as águas,
Aquela Ilha além de Itaparica,
Tantas Vilas de São Vicente,
Outra Vila de Santo André da Borda do Campo,
Aqui & ali, São Luiz, Salvador & Recife,
Dos Portos de Lisboa, voa, voa, cá neste Rio de Janeiro,
Do primeiro Porto Seguro a Cabrália, vários anos...
Até vingar a Vila de Piratininga, depois São Paulo...
Toda a história recheada de estórias,
Vai lá o tempo correndo adiante,
Vai o tempo...
Por qual tempo ainda lutamos hoje?
Alguns mal se lembram, outras mal ligam,
Apenas se acotovelam em alguma telinha,
Reproduzindo o que uma & outra elite deseja,
Vai o tempo...
Tantos já foram os descobrimentos,
Porém ainda gatinhamos para moldar algo melhor...

Das ignorâncias, das soberbas, dos malvistos,
Das pestilências, dos obstruídos, dos incautos,
Das mazelas, das fraquezas do ser, das ganâncias,
Dos mal-criados, dos submissos, dos omissos,
Da falta de vontade em querer aprender,
Dos obsoletos, dos bandidos, dos ordinários,
De quem não quer ver o mundo melhor,
Dos perdedores, dos agressores, dos oportunistas,
De quem despreza o prato que está comendo...

Talvez a próxima chuva traga um alívio
Um certo conforto, & talvez, bem talvez,
Venha descobrir-se de fato, quem é esse Brasil...

Peixão89
22.04.2016

Peixão
Enviado por Peixão em 22/04/2016
Reeditado em 06/05/2016
Código do texto: T5613240
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 59 anos
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