uma noite qualquer
 
 
ah, manhã qualquer!
de azul desbotado,
de tantos sons calados,
por que me provocas assim?
 
uma paisagem de brisa sequer
trocas por esta chuva fina
este cheiro de saudade
e esta poesia castiça

que escorrem sem jeito
pela vidraça do tempo
que parou, teimoso,
numa noite qualquer...

Sonia R
Enviado por Sonia R em 26/07/2007
Reeditado em 18/04/2008
Código do texto: T580771