Chuva de Verdade

Choveram verdades

Da língua nebulosa

Mas ventos de falsidades

Atrapalharam a declaração chuvosa.

Quem deveria se molhar

Acabou se refrescando pelo vento

Pois as calúnias de outrora eram de queimar

E o chove não molha durou pouco tempo.

A chuva era de verdade

Embora de pouca intensidade

A chuva foi dispersada

O vento, o sol, deixaram a turba perturbada.

E ninguém entendeu nada.

Que a chuva de amanhã

Não seja vã

Que a verdade seja bem contada

Pra que a mentira não dê aquela ventada.

15/05/2017

Miguel Rodrigues
Enviado por Miguel Rodrigues em 15/05/2017
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