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Castigo dos Deuses

Um dia se descobre que, aqui, o que se faz, se paga.
E que não há palavra mais tocante e mais vaga
Que aquela que lhe foi, pela boca, propagada.

Os fonemas ecoando pelos morros e pelos ares,
Afogando as imperfeições nesses vastos belos mares
Que nada são além de fachada para meus tantos males.

E os escuto como a luz para o escuro.
Como se achado o que arduamente procuro
Nessa rede de dor, um escape, um furo.

E ainda assim lhe vejo como um deus.
Como se eu Afrodite, você Poseidon ou Zeus.
Eu tento, mas é impossível resistir aos encantos seus.
Dalila Fagundes do Real
Enviado por Dalila Fagundes do Real em 27/08/2007
Código do texto: T626234
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Sobre a autora
Dalila Fagundes do Real
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 29 anos
4 textos (94 leituras)
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Dalila Fagundes do Real