TELEVISÃO OU TELEVISOR (POESIA)

TELEVISÃO OU TELEVISOR (POESIA)

AUTOR: Paulo Roberto Giesteira

Do bom dia gente gentileza pronunciada pela audiência,

Reservando o programa para hora mais tardar pra assistir,

Artistas compactuados a multiplicação do fã clube a sapiência,

Corpos sarados lapidados do lado qualquer a que poderá sair.

Do Norte americano Philo Farnsworth foi o primeiro inventor a criação,

Desenvolvido mais a frente Vladimir Zworykin pelo mando da RCA;

Sistema eletrônico de reprodução de imagens e falas por onde for,

Veículos eletromagnéticos fazem idealizar suas transmissões.

É a televisão veículo com vínculo da medida da informação,

Buracos profundos oriundos da queda a que pode quebrar,

Da comédia entre as risadas de um sujeito trapalhão,

Das cenas pelos escritos resultados a que no seu final possa dar.

Da noiva que está preste a ser levada para o altar,

Publicidades divulgadas a angariar visualizações a cada ação,

Do amor que acabou o divórcio serve jurídico para se separar,

Dos que fazem um coração pelo Formato formatado pelas duas mãos.

Novelas com os seus capítulos passados um a cada dia,

Séries a procura das suas desenvoltas resoluções,

Filmes como de policiais ou aventuras as suas apologias,

Daquilo que nunca existiu entra pelo aspecto das ficções.

Desenhos muitos deles animados refrescam as diversões,

Documentários demostram lugares ou espécies várias,

Pipocas como dos índios as suas ocas fazendo suas refeições,

Daquelas belezas raras sublimes chegando a ser hilárias.

Da hora do repórter passando as notícias que aconteceu naquele dia,

Estudos que elevam o grau de qualquer que seja a educação,

Imagens adultas ovacionando o momento de orgia,

Um casal casual relatando a sua polêmica problematização.

Comerciais promovendo o valor das suas fantasiosas propagandas,

Um cantor ou cantora a cantar uma sucedida canção,

Sucessos abscessos provenientes das gigantescas guirlandas,

Do mocinho a vencer o bandido no final pelo final da programação.

Indo até o fim da madrugada atendendo suas preposições,

Ibope números de telespectadores ligados a que tem para visualizar,

As altas horas entrevistas na busca por suas indagações,

Quando entra na manutenção outro canal tendem a mudar.

Do último intervalo com as suas posteriores apresentações,

Pra bem tarde uma água fresca ou gelada faz o sono chegar,

Do último calmante excitante silencioso a cada canalização,

Do click de liga e desliga perto de sonolento acionar.

The End ou fim; passando os dizeres e o elenco que o espetáculo foi realizar,

Dos aprazíveis horários das singelas imagens das confraternizações,

Desligamentos procedimentos antecedendo a televisão sair do ar.

Amanhã bem cedo no primeiro bom dia televisores por um bom programa,

Será como motivo do controle remoto abrir a imagem para ligar,

Um relato atraente ou comovente visando uma boa trama,

Das imagens em HD do que antes eram analógicas, e agora digitais a transmissão satélites prestes a começar.

Orgânicas é um estilo que o futuro está por lançar,

Tecnologia bem a frente do tempo a um lugar que não tem paradeiro pra parar.

Ou por fim finalizar ao desligar.

Paulo Roberto Giesteira
Enviado por Paulo Roberto Giesteira em 13/02/2019
Reeditado em 11/03/2019
Código do texto: T6573821
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