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Soneto IV

Pode-se dizer que há em ti
O Diabo que de mim se apodera
És tão maldito, de vera
Quanto eu e a quem está aqui.

Não fujas do que és real
Não seja tão falso assim
Sabe que o que tem dentro de mim
Tem em você, e eu o chamo de mal.

És maldito e és sarcástico
Foste como eu, amaldiçoado
É normal e é fantástico.

Com a maldição andando ao lado
Não se finja de apático
Vira-te, maldito, e segue calado.
Júnior Leal
Enviado por Júnior Leal em 14/03/2005
Código do texto: T6597


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Sobre o autor
Júnior Leal
Lagoa Santa - Minas Gerais - Brasil, 35 anos
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Júnior Leal