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POEMA-BRINQUEDO

Ainda é cedo
para cessar de brincar.
Ouço cantar o passaredo
no arvoredo do meu pomar.

Chilreiam as avezinhas
umas com as outras, vizinhas;
parecem crianças, alegres a falar.
Estão sempre a cantar!

Não quero ter medo
delas imitar a alegria,
a leveza e a pureza,
neste meu caminhar.

Quero da vida ser aedo
e  a beleza do dia-a-dia
poder celebrar.
Desejo que  meu enredo
seja sempre um  folguedo;
e que eu possa, como albedo,
a clara luz espalhar
num poema-brinquedo!
linameirelles
Enviado por linameirelles em 27/09/2007
Código do texto: T671314

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Sobre a autora
linameirelles
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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linameirelles