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AO QUE FOI EMBORA



A minha dor é um grito rouco
E no silêncio lamenta essa triste vida,
Tudo se troca por tão pouco
A lida, os dias belos e os dias loucos.

E por aí, na imensidão da noite
eu te procuro, por caminhos escuros...
no frio da madrugada, onde a lua se esconde
oh, triste fim! Oh, triste açoite!

E enfim, outro dia amanhece
Em que da esperança me descanso
Outra noite há de chegar, mas o tempo,
nenhuma alegria tece no manto um alento,
como lençol estendido a enxugar meu pranto .

E aos destemidos que buscam na distância
a alma daquele que foi embora:
Não, não voltará nunca mais em nenhuma aurora.

JOANA DE OVIEDO – DIREITOS RESERVADOS
Joana de Oviedo
Enviado por Joana de Oviedo em 25/10/2019
Código do texto: T6779126
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Joana de Oviedo
Cassilândia - Mato Grosso do Sul - Brasil, 53 anos
5 textos (49 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/12/19 20:18)
Joana de Oviedo