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QUEM QUISER, QUE VENHA...


Sou ventania amazônida
Exuberante no remar
Deusa sem garantias
O cosmos é meu lugar

Sou cataclisma
Ventania
Sempre faceira, nua, lira

Não me toque
Estou no ar
Puro sentimento
Metafísica do estar

Melhor que apostar no decote
É apostar no olhar!

Sou ventania
inexata
Filha parida
que escapa

Sou clima quente
Vulcão fervente

Sou aérea
sem raiz
poema
giz

Sou ventania
no breu, na andiroba
Sou sem conta de luz
e abomino as modas

Melhor que apostar no decote
É apostar no olhar!
carla nobre
Enviado por carla nobre em 11/10/2007
Código do texto: T690111
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Sobre a autora
carla nobre
Macapá - Amapá - Brasil, 42 anos
41 textos (7344 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 14/12/17 01:14)
carla nobre

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