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Setembro

Me condenei por ser eu mesmo
Fui infiel por não sufocar minhas vontades
Fui o mais indigno simplesmente por sentir demais
Agora não venham me dizer o que não devo ser
Esqueçam que as palavras me influenciam
Sei bem o que eu não quero
E não vou abrir mão do que eu sou

Eu não caberia naquele mundo
Por certo arrebentaria a sua órbita
E alguns não nasceram para findar assim
Vagando perdidos por causa do alheio

O viver é gigante inominável
Um labirinto sem paredes
E sábio é aquele que não anseia conhecer o seu final
Despreza seus atalhos e se joga
Na esperança de encontrar o que é seu
Hugo Eduardo
Enviado por Hugo Eduardo em 13/10/2007
Código do texto: T692776
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Sobre o autor
Hugo Eduardo
Fortaleza - Ceará - Brasil, 35 anos
28 textos (1448 leituras)
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