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DRÁCULA

Vago somente à  noite,
Perambulo pelas sombras,
Sem que  ninguém me  note,
Caminho entre as brumas.

Sou um Princípe e  Conde,
Sou o  senhor da escuridão,
Meu  castelo fica num monte,
De  onde observo uma imensidão.

Domino os ventos e os animais,
Me alimento somente de sangue,
Perdi um amor séculos atrás,
Hoje  eu  sinto falta dela.

Por castigo divino,
Hoje só  vivo nas trevas,
Na forma de um vampiro,
Às vezes choro como  menino.

Venho da Transilvânia,
Sou da Ordem do  Dragão,
Faço justo a minha fama,
De ter ódio  no  coração.

Me  chamo Vlad Tepes,
Mas prefiro ser Drácula,
Para você e quem quiser,
Nesta minha cina sem mácula.

OBS.: Não deixe a sua janela aberta!

KUEY - 18/10/07
kuey
Enviado por kuey em 18/10/2007
Código do texto: T699453

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Sobre o autor
kuey
Porciúncula - Rio de Janeiro - Brasil, 52 anos
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