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Janelas da Alma

Palavras o vento leva
Sorrisos o tempo apaga
Promessas se vão com a maré

A boca fala, cala
Fala de novo
Mas será que tudo vem do coração?

Muitas vezes
mesmo sem querer mentir
Falamos aquilo
que gostaríamos de sentir

Porém no rosto
Temos janelas iluminadas
Que queiramos ou não
Denunciam a mais leve
A mais profunda emoção.

Janelas que desnudam
nossos sentimentos,
Que nos traem revelando
Mesmo aquilo que teimamos esconder.

São janelas sem cortinas
Sem persianas
Janelas que trazem o mundo
para dentro de nós

E que em troca expõe
o nosso mundo
Para todo mundo ver.
Janelas da Alma
São os nossos olhos

Documentos lavrados
no cartório do coração
reconhecidamente fiéis
aos nossos sonhos
e desejos

Palavras se vão
Promessas são vãs
Mas o brilho dos nossoas olhos
não se irão nunca
Plínio Sgarbi
Enviado por Plínio Sgarbi em 19/10/2007
Código do texto: T700516
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Plínio Sgarbi
Jaú - São Paulo - Brasil, 55 anos
241 textos (227508 leituras)
21 áudios (3302 audições)
5 e-livros (514 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/12/17 07:34)
Plínio Sgarbi