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Prisioneira da ilusão!

 

Envolta em meu pranto silencioso,

tento livrar-me das amarras da razão.

Imagens absorvem meus pensamentos,

castram meu coração infiel!

Sem compasso, roubo de mim mesma

a castidade do sentimento.

Juro, amo, sufoco-me

entre dúvidas, medos e receios.

Ao ensejo viro às costas, fujo em

tom de covardia rebelde.

E novamente em meu castelo de sombras,

visto-me de razão, abandono a emoção.

Morro mais uma vez!

E em som surdo, digo-te

meu último adeus!!! 

Mara Pupin
Enviado por Mara Pupin em 22/10/2007
Reeditado em 22/10/2007
Código do texto: T704508

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Sobre a autora
Mara Pupin
Goiânia - Goiás - Brasil, 51 anos
289 textos (28751 leituras)
3 e-livros (228 leituras)
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Mara Pupin