VÍBORA

Víbora, sei que andas no meu deserto arrastando-se nos montes do meu corpo| enxuga da tua boca o teu veneno da sedução

Eu bebendo, morrendo e, tornar a cama chão| e gemidos mil, sentir num calafrio sintomas

Dum para7amor apaziguador das dores

Víbora, envolto por outra camada de pele encòbrada e ainda ouvir o boato do deserto sossurrado em nosso quarto.

Em meio a noite repleta de embriagáveis luzes que a lua nos emprestou,

Trans fazes-te nu oásis húmido de suor e restinga

Víbora, depois sentada e apoiada em meu colo entoa apressa-da o hino da despedida

Que compositamos na rítmia da dança inercial que os corpos se exerciam

ManuchoElias dos Santos
Enviado por ManuchoElias dos Santos em 04/11/2020
Código do texto: T7103874
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