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Caio no poema

Então, ao sabor do vento,
me deixei levar até o fim, e,
assim, cai no poema de arquitetura ideal.
Pareço um fora da lei pra você?
Sinto muito se lhe confundi a cuca, ou,
dei a entender que o enlevo da alma
pertencia a uma pena alheia igual a sua.
Saiba que duas linhas paralelas que
compõem a mesma estrada de ferro,
não são e nunca serão iguais, assim, como
gêmeas idênticas têm personalidades diferentes.
Só privilegiados, têm um senso igual ao seu.
Eu possuo apenas o que Deus me deu.
Já diria João Gilberto?
Não.
Eu.
Benilton
Enviado por Benilton em 16/12/2020
Reeditado em 20/12/2020
Código do texto: T7137357
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Benilton
Gravatá - Pernambuco - Brasil, 49 anos
180 textos (1831 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/03/21 09:31)
Benilton