A despedida ilusória

Quero desaparecer, mas não posso fazer isso sozinho

Nesta estrada habitual, a paisagem ainda curava o fundo da minha alma

Falhei em notar, o que as flores me diziam

Sem me transformar em um coração puro, virando as costas para o espelho, não há nada refletido nos olhos do menino que está na minha frente há o equilíbrio em que confiei minha vida, por meio da presunção da inocência

Sua justiça e coragem furiosa, agora se tornaram inúteis

Balançando a espada de palavras longínquas, duas sombras emergem dentro dos rumores arraste o pêndulo cantante para o fundo e coloque a máscara deixada pelo ilusionista

Neste baile de máscaras até os demônios devoradores de homens aplaudem a cena da marionete dançante

Em uma sombra o homem mascarado pintava de branco um devaneio tão gentil e doce e agora o prazer mantém meus sonhos afastados

Yuri Cabral
Enviado por Yuri Cabral em 27/07/2021
Código do texto: T7308709
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