GUERRAS

Trincheiras, granadas e sangue; gritos agonizantes!
Carro-bomba, suicidas; rastros de dores.
Tudo acima dos amores
Que salvam a terra, as nossas gentes.

Terroristas: vergonha humana!
Ódio que se espalha e emana
De coisas banais e tais, profana!

Guerra, ato de povo que erra,
Erra feio! E o preço é o sangue.
Nem merece ser chamado de gente é gangue!
E o povo inocente é que sofre e “berra”.

Cegueira humana, genocídio;
E da própria alma, suicídio!
Uma página borrada, da humanidade,
Que destrói cidades e a dignidade!
                                                                       Ênio Azevedo



 
Luciênio Lindoso
Enviado por Luciênio Lindoso em 25/08/2021
Código do texto: T7328289
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