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Caminho das Pedras

Não há cabeça no corpo
O tempo,
O momento
é de juntar os pedaços.
Atrás da porta há um silêncio
Há um vago imenso no meio do peito...
Como se não houvesse jeito
De mediar a dor.
Os olhos parados
Fixos, ocultados na solidão das noites
Lembram você.
Acontece, que não há movimento
Pois que a alma está em tormento,
E da boca não se sabe bem o que dizer.
O amor é um presságio num futuro incerto
O medo é um segredo perplexo numa inconstância situacional.
Sobre tudo, o gosto amargo da perda, da falta que você me faz.
Ah!...É como um pedaço dilascerado,
É como ninguém mais no mundo,
É você num abismo profundo.
Se é pecado não ousar, melhor parir a morte.
Pois de toda a sorte, na ignorância da decisão,
Há um silêncio... a liberdade das soluções.
Alberto Amoêdo
Enviado por Alberto Amoêdo em 15/11/2007
Código do texto: T738035
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Alberto Amoêdo
Macapá - Amapá - Brasil, 51 anos
1352 textos (19263 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 12/12/17 12:34)
Alberto Amoêdo