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DESPERTAI

DESPERTAI

Despertai todas as preces,
Despertai o que não mereces.
Despertai pelos labirintos.
Despertai e abrandai os instintos.
Anunciai a nova era,
O novo quinhão de concórdia.
A floresta é grande
E grande são os sonhos.
Despertai todos os risonhos rostos.
Despertai todos os recantos.
Os cantos que alvoroçam
A tristeza das grandes cidades.
Despertai os olhos dormentes.
Os dormentes de trem
Que já partem anunciando o futuro.
Despertai a luz no escuro,
A luz dos teus olhos
Nos ombros das cordilheiras.
As bandeiras que alvoroçam a cidade.
Despertai o evangelho para a felicidade.
Despertai o sorriso de todas as crianças
E todos na maturidade.
Despertai o violino eterno dos céus, tocando
A maviosidade da eternidade nos teus olhos.


FERNANDO MEDEIROS
Campinas, é primavera de 2007.


NOTA:Poema publicado em DE LÍRIOS,
Jornalismo Irracional, número 32,
da cidade de Santos/SP.

 

FERNANDO MEDEIROS
Enviado por FERNANDO MEDEIROS em 20/11/2007
Código do texto: T744436

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Sobre o autor
FERNANDO MEDEIROS
Campinas - São Paulo - Brasil, 54 anos
155 textos (8772 leituras)
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